Mais um ano que passou e tão pouco que eu fiz pela manutenção deste espaço … Não é que tenha deixado o hobbie dos jogos mas o tempo e inspiração não têm sido muitos.

Independentemente disso, a tradição (tão pouco portuguesa …) diz que o final de um ano e principio de outro são épocas de transições onde se faz o balanço daquele que termina e se estabelecem objetivos (as tão famosas resoluções …) para aquele aí vem.

No que a este blog diz respeito, o objetivo para 2012, passa pela sua revitalização (isso e habituar-me ao novo acordo ortográfico …). Desejar algo mais é ser irrealista e se conseguir o primeiro tudo o que vier a mais será um acrescento.

2011, do ponto de vista dos jogos foi um ano em que continuei a jogar Guild Wars e Wizard 101 (cada vez menos …), experimentei o Tera (um mês tão mal aproveitado …) e andei durante meses de volta de um jogo chamado Grepolis. A juntar a isso temos Minecratf (estupidamente perdi tudo o que tinha feito quando formatei o PC … estes gajos deviam guardar os dados do jogos numa pasta mais acessível … daquelas que uma pessoa se lembre na altura de fazer backups … e não numa qualquer pasta obscura ao nível das aplicações) e brincadeiras com um servidor privado (tão privado que só corre no meu PC) do Aion.

Por seu lado 2012 é um ano que, no que toca a jogos, me deixa com alguma água na boca: Guild Wars 2 e Star Wars: The Old Republic são jogos que me despertaram alguma curiosidade e quero experimentar. O segundo já saiu no dia 20 deste mês mas a falta de tempo (e o custo do jogo …) não me permitiram ainda jogar. O primeiro entrou em fase de Closed Beta Test e é esperado (esperado é o termo certo porque oficialmente não existe data de lançamento) para o primeiro trimestre de 2012. Para quem acha que não dá para jogar/explorar mais do que um jogo destes de cada vez são demasiadas coisas para tão pouco tempo …

Mas sobre isso escreverei em outros textos. Para já, e esse é o objetivo de ter vindo aqui, os votos de um bom ano de 2012 para todos.

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A necessidade de renovar a subscrição deste espaço deu origem a um debate interno … será que eu quero ou preciso mesmo disto?

A verdade é que não preciso mas após reler um grande número de tópicos eu gosto disto e tenho pena de perder ou, por outras palavras quero isto.

Vai não vai, vai não vai, vai não vai … e foi …

Foi-se o dinheiro e veio o compromisso de justificar o acto … Vamos lá a ver se não me arrependo….

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A vida às vezes dá umas voltas grandes e este projecto está morto. A culpa é minha eu sei porque não tenho tido tempo mas sobretudo vontade para estar a escrever sobre jogos. Não é que não tenha  tempo para isso mas … simplesmente a vida dá muitas voltas e por vezes surgem interesses que acabam por roubar espaço e importância àqueles que se têm em determinadas alturas.

O afastamento deste espaço começou com a organização de um congresso em que me comprometi na organização e depois vieram outros. A verdade é que ainda tentei mas escrever por obrigação é coisa para a qual não estou virado. Continuo a jogar “umas coisas” mas nada que tenha a ver com o tempo que perdia a experimentar novos jogos para poder (e quase nunca fazê-lo) escrever sobre os mesmos. Actualmente continuo a jogar o já tradicional e (dizem algumas vozes) ultrapassado GuildWars e um outro jogo chamado de Grepolis que uns colegas do serviço me convenceram a tentar.

Mas este post não é tanto sobre os jogos que ainda jogo mas sobre o destino deste espaço.

E a verdade é que já por várias vezes que penso dar-lhe uma utilidade distinta daquela para que foi originalmente criada. Ou seja, em vez de um espaço temático ele será mais generalista e virado para aquilo que penso dos mais diversos assuntos. O jogos não estam fora desse âmbito mas não terão prioridade. Pode ser que assim atévenha mesmo a escrever mais sobre eles.

Nos próximos dias vou dar uma volta à forma como a informação está organizada e quem sabe ao visual. As minhas desculpas para quem depositou esperança em ter um espaço do género em lingua portuguesa (realmente ele faz falta…) mas, pelo menos, garanto que a informação vai continuar a estar disponivel sempre que a queiram consultar.

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Já tinha dado de caras com esta noticia há algum tempo e perdido-lhe o rasto com o passar do tempo. Desta vez voltei a encontra-la enquanto ouvia um episódio do podcast No Prisoners, No Mercy e mais tarde no site Joystiq.

O processo já tem cerca de 5 anos e basicamente resulta de uma lei aprovada pelo estado da California que proíbe a venda de jogos violentos a menores de 18, prevendo multas avultadas para aqueles que o fizerem. As associações de consumidores defendem que a liberdade de opção sobre a compra ou não destes produtos deve recair sobre os pais das crianças e não ser o estado a impor esta situação. Como resultado esta associação apresentou um pedido de inconstitucionalidade da lei Californiana e o processo tem andado de tribunal em tribunal até chegar ao ponto de ir ser apreciada no Tribunal Consitucional Norte Americano no mês de Novembro próximo. Para já as opiniões dos tribunais que anteriormente se pronunciaram não tem sido favoráveis às pretensões do governador Californiano Arnold Schwarzenegger

Independentemente daquilo que cada um possa defender nesta questão, o mais irónico em tudo isto é que o principal promotor desta lei é o mesmo homem que enquanto actor fez toda a sua carreira participando em filmes onde a violência é o prato principal.

Poderíamos supor que após esta fase este homem que hoje é governador do estado da Califórnia tivesse mudado de opinião quanto a esta questão mas, se assim fosse, qual a razão da sua aparição no filmes “os Mercenários” que recentemente estreou nos cinemas. Não andei a contar mas de certeza que nos filmes em que o elenco desse filme já participou devem ter morrido mais pessoas do que aqueles que existem em alguns países.

Ò Senhor Governador, será que a violência lá por ser mostrada na forma de filmes é assim tão diferente daquela que aparece nos jogos? Se estivesse realmente assim tão preocupado com isso com toda certeza teria incluído no seu contrato de participação algo em que só permitiria a sua exibição a maiores de 18, coisa essa que não se verifica (após consulta ao site oficial do filme não vi qualquer menção esse tipo de destinatários e em Portugal o mesmo está classificado para maiores de 16).

È o que se pode dizer de mais um caso de “faz o que eu digo e não o que faço”.

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Pese embora não tenha escrito quase nada este ano neste blog a minha vida de jogador não terminou tão abruptamente como a minha disponibilidade para escrever sobre isso. Na verdade, e apesar das preocupações que a organização de um congresso que ocuparam grande parte dos últimos meses, ainda tive algum tempo para experimentar alguns jogos que saíram recentemente.

Experimentar é muito provavelmente o termo mais correcto pois, com excepção de um deles, pouco mais joguei do que uma ou duas horas de cada um,  oque num MMO é a mesma coisa que dizer que fiquei a meio do tutorial. E, apesar de quase todos eles serem recentes (a lista inclui coisas como AllOds Online, Dungeons and Dragons OnlineRunes of Magic, Battle of the Immortals,  Ether Saga Online e mais um ou outro cujos nomes já me esqueci), a verdade é que muito pouco foi aquilo que estes jogos me ofereceram de novo.

Não quero com isso dizer que o jogos sejam maus, antes pelo contrário alguns possuem características gráficas impressionantes. O que não me impressiona tanto são as opções para as regras/mecanismos de jogo que são iguais (ou quase iguais se quiserem entrar no preciosismo das skills, armaduras, profissões, etc.) que faz com esteja sempre com a sensação de estar a jogar o mesmo jogo.

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Faz muito tempo que não escrevo nada neste espaço. Não só a vida pessoal e profissional tem contribuído para isso mas também um relativo sentimento de preguiça tem sido factor importante para este facto. Não sei se voltarei a escrever de forma tão regular mas hoje apeteceu-me voltar a escrever.

Há algumas alturas na vida em que, mesmo que o estejamos a tentar ignorar, um determinado assunto parece estar sempre a aparecer-nos à frente. Um psicólogo diria talvez que o assunto sempre esteve lá e que o que o faz sobressair agora será antes o nosso subconsciente, como que a alertarmo-nos para algo do qual preferimos, constantemente, alhear-nos.

O assunto em questão é sobre os ditos “Social Games” tão em voga em redes sociais como o Facebook. Para a maioria das pessoas este assunto não terá qualquer importância mas para mim, possuindo um blog em que abordo questões relacionadas com MMOGs (Massive Multiplayer Online Games) a questão tem estado a remoer-me.

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Neste terceiro episódio em formato de podcasts discutido alguns dados estatisticos publicados no pasado dia 18 de Novembro sobre a população deste tipo de jogos.

Aproveito também este episódio para abordar duas questões muito comuns entre estes mesmos jogadores: Persistência vs Instância e jogar em equipa vs jogar a solo.

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torchlightlogo_smallA vida é feita de modas e hoje, em matéria de jogos, dá pelo nome de Torchlight. Este jogo não é um MMO mas, tanto eu como os dois miudos andamos de volta dele.

Torchlifght é um pequeno jogo produzido pela Runic Games que foi lançado no dia 27 de outubro e que não pretende ser um gigante do género mas antes um jogo divertido que se pode jogar 10 minutos hoje e outros amanhã. Para já só pode ser adquirido na internet (no site oficial e outros) mas em Janeiro deve ser lançado nas lojas (pelo menos nos Estados Unidos) e custa 20USD ou 15.99 euros no Steam. Não apresenta muita diversidade de mas é sem dúvida simple e divertido de jogar que pode ser tão complexo quanto o jogador quiser.

Enquanto jogo pode ser classificado como um Action RPG que tem por detrás uma pequena história de fantasia e faz lembrar em muitos aspectos os jogos da série Diablo  (alguns dos programadores chegaram mesmo a trabalhar no desenvolvimento deste jogo) mas é mais do que isso. Dungeons criada aleatoriamente, uns bons gráficos estilizados, baixos requisitos  e uma boa dose de humor fazem dele um jogo diferente que merece ser experimentado.

Apesar de ter sido lançado apenas hé 3 semanas ele possui já uma legião de fãs e tem todas as condições para se tornar em mais um clássico no mundo dos jogos electrónicos. A principal razão para isto é neste jogo existe a possibilidade de se alterar tudo. No dia 16 de Novembro a Runic Games ofereceu também as ferramentas necessárias para isso que permitem literalmente alterar tudo aquilo que existe o jogo e adicionar muito mais. Dois dias depois de estas ferramentas serem disponibilizadas existem já dezenas de alterações a circular na internet. A maioria não passará de alterações menores de nivel estético mas existe já gente a promover alterações significatuvas ao jogo. A maior será porventura estar já calha a possibilidade de se jogar em modo de multiplayer, conforme se pode ver no video apresentado pelo autor desta modificação.

Sendo que não possuo capacidades para produzir semelhante tipo de alterações sempre gostei de ver como as coisas funcionam e fazer algumas coisas também. Até agora todos os jogos em que fiz algumas alterações eram mais antigos e não cativavam os muidos mas este caso é diferente. Vou tentar ver se aproveito o interesse dos muidos neste jogo para lhes incutir a ideia de que os jogos para além de serem jogados têm de ser feitos. Embora gostasse de fazer mais do que isso, se conseguir que eles mudem umas simples opções estéticas no jogo já terá valido a pena.

Uma ultima nota e que me faz, daqui para a frente, ter este jogo debaixo de olho é que a Runic Games já anunciou que baseado neste jogo irá ser produzido um novo MMO.

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Eric Heimburg esteve ligado à produção do jogo Asheron’s Call 2 e está correntemente a trabalhar no jogo Star Trek Online, é portanto alguém que para o jogador comum estará do outro lado da linha (sendo que a linha será obrigatóriamente o jogo).

Para além de trabalhar nesta área, Eric Heimburg, possui um blog onde debate alguns temas realcionados com este tipo de jogo. Ora, no dia 10, este autor produziu uma reflexão sobre estratégias de comunicaçao entre os dois lados dessa linha: produtores e jogadores. O tema só por si é interessante mas o facto de ele utilizar como exemplos das duas estratégias que identifica jogos tão actuais como os jogos Aion e Champions Online ainda apimenta mais as coisas. Um must see!

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Eu não costumo ligar muito a este tipo de noticias onde um qualquer prémio é entregue por uma associação a uma pessoa ou empresa. Ok, reconeço que nessa matéria serei demasiado insensível mas a profusão de associações na actual sociedade e o aproveitamento comercial que muitas vezes se verifica de stuações deste género levou a uma tal banalização deste tipo de acções que simplesmente já não ligo.

Talvez pela distância para como a associação ou talvez poque esta é uma matéria para a quel eu estou mais atento esta chamou-me a atenção: NAPPA 2009 Award-Winning Software, Video Games, and Websites

NAPPA são as iniciais para National Parenting Publications Awards e correspondem aos prémios atrbuidos por uma Associação de Pais Americana para produtos de Software em diversas categorias.

Ora, tal como o disse já no passado não sou fã do controlo exarcebado que alguns pais aconselham que deve ser feito sobre os filhos mas sou a favor do ensinamento, aconselhamento e acompanhamento (o estilo e distância dependerá de cada um). É por isso que noticias deste género me chamam a atenção.

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