Faz muito tempo que não escrevo nada neste espaço. Não só a vida pessoal e profissional tem contribuído para isso mas também um relativo sentimento de preguiça tem sido factor importante para este facto. Não sei se voltarei a escrever de forma tão regular mas hoje apeteceu-me voltar a escrever.

Há algumas alturas na vida em que, mesmo que o estejamos a tentar ignorar, um determinado assunto parece estar sempre a aparecer-nos à frente. Um psicólogo diria talvez que o assunto sempre esteve lá e que o que o faz sobressair agora será antes o nosso subconsciente, como que a alertarmo-nos para algo do qual preferimos, constantemente, alhear-nos.

O assunto em questão é sobre os ditos “Social Games” tão em voga em redes sociais como o Facebook. Para a maioria das pessoas este assunto não terá qualquer importância mas para mim, possuindo um blog em que abordo questões relacionadas com MMOGs (Massive Multiplayer Online Games) a questão tem estado a remoer-me.

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Neste terceiro episódio em formato de podcasts discutido alguns dados estatisticos publicados no pasado dia 18 de Novembro sobre a população deste tipo de jogos.

Aproveito também este episódio para abordar duas questões muito comuns entre estes mesmos jogadores: Persistência vs Instância e jogar em equipa vs jogar a solo.

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torchlightlogo_smallA vida é feita de modas e hoje, em matéria de jogos, dá pelo nome de Torchlight. Este jogo não é um MMO mas, tanto eu como os dois miudos andamos de volta dele.

Torchlifght é um pequeno jogo produzido pela Runic Games que foi lançado no dia 27 de outubro e que não pretende ser um gigante do género mas antes um jogo divertido que se pode jogar 10 minutos hoje e outros amanhã. Para já só pode ser adquirido na internet (no site oficial e outros) mas em Janeiro deve ser lançado nas lojas (pelo menos nos Estados Unidos) e custa 20USD ou 15.99 euros no Steam. Não apresenta muita diversidade de mas é sem dúvida simple e divertido de jogar que pode ser tão complexo quanto o jogador quiser.

Enquanto jogo pode ser classificado como um Action RPG que tem por detrás uma pequena história de fantasia e faz lembrar em muitos aspectos os jogos da série Diablo  (alguns dos programadores chegaram mesmo a trabalhar no desenvolvimento deste jogo) mas é mais do que isso. Dungeons criada aleatoriamente, uns bons gráficos estilizados, baixos requisitos  e uma boa dose de humor fazem dele um jogo diferente que merece ser experimentado.

Apesar de ter sido lançado apenas hé 3 semanas ele possui já uma legião de fãs e tem todas as condições para se tornar em mais um clássico no mundo dos jogos electrónicos. A principal razão para isto é neste jogo existe a possibilidade de se alterar tudo. No dia 16 de Novembro a Runic Games ofereceu também as ferramentas necessárias para isso que permitem literalmente alterar tudo aquilo que existe o jogo e adicionar muito mais. Dois dias depois de estas ferramentas serem disponibilizadas existem já dezenas de alterações a circular na internet. A maioria não passará de alterações menores de nivel estético mas existe já gente a promover alterações significatuvas ao jogo. A maior será porventura estar já calha a possibilidade de se jogar em modo de multiplayer, conforme se pode ver no video apresentado pelo autor desta modificação.

Sendo que não possuo capacidades para produzir semelhante tipo de alterações sempre gostei de ver como as coisas funcionam e fazer algumas coisas também. Até agora todos os jogos em que fiz algumas alterações eram mais antigos e não cativavam os muidos mas este caso é diferente. Vou tentar ver se aproveito o interesse dos muidos neste jogo para lhes incutir a ideia de que os jogos para além de serem jogados têm de ser feitos. Embora gostasse de fazer mais do que isso, se conseguir que eles mudem umas simples opções estéticas no jogo já terá valido a pena.

Uma ultima nota e que me faz, daqui para a frente, ter este jogo debaixo de olho é que a Runic Games já anunciou que baseado neste jogo irá ser produzido um novo MMO.

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Eric Heimburg esteve ligado à produção do jogo Asheron’s Call 2 e está correntemente a trabalhar no jogo Star Trek Online, é portanto alguém que para o jogador comum estará do outro lado da linha (sendo que a linha será obrigatóriamente o jogo).

Para além de trabalhar nesta área, Eric Heimburg, possui um blog onde debate alguns temas realcionados com este tipo de jogo. Ora, no dia 10, este autor produziu uma reflexão sobre estratégias de comunicaçao entre os dois lados dessa linha: produtores e jogadores. O tema só por si é interessante mas o facto de ele utilizar como exemplos das duas estratégias que identifica jogos tão actuais como os jogos Aion e Champions Online ainda apimenta mais as coisas. Um must see!

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Eu não costumo ligar muito a este tipo de noticias onde um qualquer prémio é entregue por uma associação a uma pessoa ou empresa. Ok, reconeço que nessa matéria serei demasiado insensível mas a profusão de associações na actual sociedade e o aproveitamento comercial que muitas vezes se verifica de stuações deste género levou a uma tal banalização deste tipo de acções que simplesmente já não ligo.

Talvez pela distância para como a associação ou talvez poque esta é uma matéria para a quel eu estou mais atento esta chamou-me a atenção: NAPPA 2009 Award-Winning Software, Video Games, and Websites

NAPPA são as iniciais para National Parenting Publications Awards e correspondem aos prémios atrbuidos por uma Associação de Pais Americana para produtos de Software em diversas categorias.

Ora, tal como o disse já no passado não sou fã do controlo exarcebado que alguns pais aconselham que deve ser feito sobre os filhos mas sou a favor do ensinamento, aconselhamento e acompanhamento (o estilo e distância dependerá de cada um). É por isso que noticias deste género me chamam a atenção.

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Durante anos andei a ouvir Podcasts de outras pessoas e a pensar no que seria necessário ou custaria para fazer uma coisa dessas. Depois de muito pensar, de ler e ouvir sobre as experiências de outros sobre o que era necessário possuir e fazer, lá me decidi há duas semanas aventurar-me nesse mundo.

Desde então as coisas tem mexido um pouco comigo. Em primeiro lugar porque não gosto de me ouvir nem gosto de estar a falar para para o boneco. Boneco talvez seja um termo um bocado forte porque pelos vistos até tenho tido alguns ouvintes (muito mais do que eu alguma vez esperava) mas é assim que me sinto a falar para um computador.

Só para terem uma ideia do que estou a falar, dois dias depois de ter colocado o 1º episódio do podcast online o volume de trafego do site cresceu de pouco mais de 200 mb por mês para 2 gb em dois dias. A esse ritmo se se passasse mais um dia iria atingir o limite de trafego que possuo neste espaço. 

Para um ficheiro de 22 mb isso corresponde a perto de 100 downloads o que é algo que jámais me passaria pela cabeça poder acontecer. Por certo contribuiu para isso o facto de o podcasts ter sido também publicado no site MMO.Mygames mas mesmo assim …

Claramente nem eu, nem este espaço estava preparado para tal coisa e por isso tive de arranjar um espaço próprio só para armazenar este tipo de ficheiros. Entretanto, também registei o podcats no iTunes o que poderá contribuir um pouco para a sua divulgação no futuro mas isso a ocorrer só terá algum impacto a médio e longo prazo. Desde então, entre os dois episódios ja foram feitos mais 100 downloads.

Este artigo não tem como propósito queixar-me de nada mas antes servir, simultaneamente, de aviso, a todos aqueles que possam pensar em fazer algo deste género para se prepararem também a este nível, e de testemunho para o potencial que este tipo de registos (independentemente da qualidade ou não destes meus registos) pode ter na divulgação de informação.

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Neste segundo episódio em formato audio voltei um pouco às raizes daquilo que são os MMOs hoje em dia.

Realizar este episódio, sobretudo neste formato, é um assumir de um trabalho mais elaborado do que aquele que apresentei inicialmente. Para isso estabeleci alguns objectivos e metodologias. O podcasts terá uma periodicidade quinzenal e será composta por duas partes distintas. Uma mais vocacionada para comentários sobre artigos publixados em diversos blogs e outra virada para as ultimas noticias sobre os MMOs.

A musica utilizada neste Podcast é da autoria de uma grupo espanhol chamado Icarus Crash e pode ser ouvida na sua totalidade neste link http://www.jamendo.com/br/track/447073

Para visualizar os videos mencionados no decorrer deste podcast siga este link

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Ando sempre atrasado em relação às noticias e quando tento recuperar algum terreno dou com coisas que devia ter visto em tempo util…

Os Blogs podem ser uma forma de divulgação de noticias, podem ser uma simples forma de expressão mas quando os seus autores são pessoas intelegentes são também uma forma de nos fazer refletir e aprender.

Durante quse dois anos tenho seguido o trabalho de Darren no blog “The Common Sense Gamer” e no podCast “Shut Up. We’re Talking“. Com ele concordei em muita coisa, com ele discordei em outras, com ele ri, com ele refleti e com ele aprendi. Numa altura em que este vem dizer que está cansado e precisa de uma pausa para repensar estes projectos, seja qual for decisão que ele tome, só me resta dizer: Obrigado Darren, espero voltar a ver-te em breve.

 

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Blogs can be a form to spread the news, they can also be a simple form of expression from the authors but, when behind the author is one smart person, they are also a form for us to reflect and learn.

For almost two years I have followed the work of Darren on his blog “The Common Sense Gamer” and his podcasts “Shut Up. We’re Talking“. I have agreed whit him in much, I disagreed in others, I’ve laughs with him but, must of all, it made me reflect and learn. So, after reading you sayng that it’s time take a break and rethink these project, despite the decision you may take, all I can say is: Thank you Darren, hope to see you soon.

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Depois de ouvir centenas de horas de podcasts, decidi aventurar-me nessa área. A experiência nesta área é nula por isso desculpem -lá se a coisa não parecer nada profissional.

Não faço ideia se a coisa será para repetir ou se se tornará uma opção rotineira mas posso-vos dizer que a elaboração de uma coisa desta é, simultaneamente, engraçada e esquisita. Engraçada perceber como se faz. Esquisito estar a falar para o computador. Esquisito ouvir a nossa voz …

Para quem quiser fazer o download e ouvirmais tardde aqui fica o link: Para além do Avatar Ep001: A minha experiência no jogo AION

PS: A coisa está um bocado despida e sem qualquer musica porque ainda ando a aprender a trabalhar com o software e não faço ideia das implicações legais de se usar musicas nestas coisas. Se for para continuar logo se como faz isso.

PPS: A voz grave e rouca não é defeito do software ou hardware, é mesmo defeito do dono…

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Não conhecia este site (como disse não tenho andado à procura de informação mas antes seguido aquilo que o jog me segure) e cheguei até ele através por intremédio de um site generalista sobre MMOs. O site já existe há mais de 3 anos, tem mais de 80 mil membros e tanto quanto percebo será um dos sites mais populares sobre o jogo Aion.

Há dois dias, um dos adminstradores do site resoveu escrever uma carta aberta à ArenaNet sobre aquilo que serão, na sua opinião, os problemas de que padece o jogo Aion. O que me chamou a atenção não foi tanto o facto de alguém ter escrito uma carta aberta aos criadores do jogo mas antes alguns dos problemas apontados pelo autor que coincidem com algumas das preocupações sobre as qais eu próprio já escrevi em textos anteriores. Outras há que, pelo facto de não ter chegado muito longe no jogo, são novas para mim.

Depois disto, a confusão gerou-se na comunidade e a explosão de posts ultrapassa já as 8 centenas. Mesmo no site generalista o número de respostas é significativo. Cada um terá a sua visão sobre o assunto mas tal número de opiniões em tão curto espaço de tempo tanto pode ser justicado pela existência de inumeros e problemas graves no jogo como pelo entusiasmo com que inumeros jogadores o encaram. Da minha experiência acho que é um pouco das duas.

Entretanto, dentro do jogo estou mesmo dentro de uma das faixas  apontadas pelo autor da carta aberte num dos seus pontos (“Why is 18-20 and 22-25 a pain in the ***? A decent amount of people quit Aion at that level fearing that the game will be a massive grind all the way to 50″) e a verdade é que não posso deixar de concordar. Vamos lá a ver se chego a ultrapassá-la…

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