Neste terceiro episódio em formato de podcasts discutido alguns dados estatisticos publicados no pasado dia 18 de Novembro sobre a população deste tipo de jogos.
Aproveito também este episódio para abordar duas questões muito comuns entre estes mesmos jogadores: Persistência vs Instância e jogar em equipa vs jogar a solo.
Eric Heimburg esteve ligado à produção do jogo Asheron’s Call 2 e está correntemente a trabalhar no jogo Star Trek Online, é portanto alguém que para o jogador comum estará do outro lado da linha (sendo que a linha será obrigatóriamente o jogo).
Para além de trabalhar nesta área, Eric Heimburg, possui um blog onde debate alguns temas realcionados com este tipo de jogo. Ora, no dia 10, este autor produziu uma reflexão sobre estratégias de comunicaçao entre os dois lados dessa linha: produtores e jogadores. O tema só por si é interessante mas o facto de ele utilizar como exemplos das duas estratégias que identifica jogos tão actuais como os jogos Aion e Champions Online ainda apimenta mais as coisas. Um must see!
Eu não costumo ligar muito a este tipo de noticias onde um qualquer prémio é entregue por uma associação a uma pessoa ou empresa. Ok, reconeço que nessa matéria serei demasiado insensível mas a profusão de associações na actual sociedade e o aproveitamento comercial que muitas vezes se verifica de stuações deste género levou a uma tal banalização deste tipo de acções que simplesmente já não ligo.
NAPPA são as iniciais para National Parenting Publications Awards e correspondem aos prémios atrbuidos por uma Associação de Pais Americana para produtos de Software em diversas categorias.
Ora, tal como o disse já no passado não sou fã do controlo exarcebado que alguns pais aconselham que deve ser feito sobre os filhos mas sou a favor do ensinamento, aconselhamento e acompanhamento (o estilo e distância dependerá de cada um). É por isso que noticias deste género me chamam a atenção.
Neste segundo episódio em formato audio voltei um pouco às raizes daquilo que são os MMOs hoje em dia.
Realizar este episódio, sobretudo neste formato, é um assumir de um trabalho mais elaborado do que aquele que apresentei inicialmente. Para isso estabeleci alguns objectivos e metodologias. O podcasts terá uma periodicidade quinzenal e será composta por duas partes distintas. Uma mais vocacionada para comentários sobre artigos publixados em diversos blogs e outra virada para as ultimas noticias sobre os MMOs.
Depois de ouvir centenas de horas de podcasts, decidi aventurar-me nessa área. A experiência nesta área é nula por isso desculpem -lá se a coisa não parecer nada profissional.
Não faço ideia se a coisa será para repetir ou se se tornará uma opção rotineira mas posso-vos dizer que a elaboração de uma coisa desta é, simultaneamente, engraçada e esquisita. Engraçada perceber como se faz. Esquisito estar a falar para o computador. Esquisito ouvir a nossa voz …
PS: A coisa está um bocado despida e sem qualquer musica porque ainda ando a aprender a trabalhar com o software e não faço ideia das implicações legais de se usar musicas nestas coisas. Se for para continuar logo se como faz isso.
PPS: A voz grave e rouca não é defeito do software ou hardware, é mesmo defeito do dono…
Não conhecia este site (como disse não tenho andado à procura de informação mas antes seguido aquilo que o jog me segure) e cheguei até ele através por intremédio de um site generalista sobre MMOs. O site já existe há mais de 3 anos, tem mais de 80 mil membros e tanto quanto percebo será um dos sites mais populares sobre o jogo Aion.
Há dois dias, um dos adminstradores do site resoveu escrever uma carta aberta à ArenaNet sobre aquilo que serão, na sua opinião, os problemas de que padece o jogo Aion. O que me chamou a atenção não foi tanto o facto de alguém ter escrito uma carta aberta aos criadores do jogo mas antes alguns dos problemas apontados pelo autor que coincidem com algumas das preocupações sobre as qais eu próprio já escrevi em textos anteriores. Outras há que, pelo facto de não ter chegado muito longe no jogo, são novas para mim.
Depois disto, a confusão gerou-se na comunidade e a explosão de posts ultrapassa já as 8 centenas. Mesmo no site generalista o número de respostas é significativo. Cada um terá a sua visão sobre o assunto mas tal número de opiniões em tão curto espaço de tempo tanto pode ser justicado pela existência de inumeros e problemas graves no jogo como pelo entusiasmo com que inumeros jogadores o encaram. Da minha experiência acho que é um pouco das duas.
Entretanto, dentro do jogo estou mesmo dentro de uma das faixas apontadas pelo autor da carta aberte num dos seus pontos (“Why is 18-20 and 22-25 a pain in the ***? A decent amount of people quit Aion at that level fearing that the game will be a massive grind all the way to 50″) e a verdade é que não posso deixar de concordar. Vamos lá a ver se chego a ultrapassá-la…
Há cerca de duas semanas escrevi sobre a minhas avanturas no jogo Aion. Na altura a minha opinião sobre o jogo era, como julgo que ficou patente naquilo que escrevi, bastante negativa. Seja pelas malfadadas lista de espera para entrar no jogo ou porque, ao contrario do que era há muito anunciado pela NCsoft, o jogo não representa um grande passo naquilo que é a evolução deste tipos de jogos.
Pouco depois de ter escrito esse artigo fiz a opção por abdicar de tudo aquilo que já tinha feito e criei uma nova personagem num servidor recém criado (a sexta em seis servidores diferentes ) para tentar apreciar o jogo sem a preocupação de conseguir, ou não, entrar no jogo quando posso e me apetece. A verdade é que desde aí não tive mais problemas e, tanto quanto consigo perceber, parece que nos outros servidores a situação começa finalmente a melhorar.
Para a maioria das pessoas falar dos milhões que custa criar um MMO, dos milhões que potencialmente pode dar como lucro ou mesmo dos anos que demora a produzir è tempo perdido porque, simplesmente, esses temas não lhes interessa.
Mas, se lhes disserem que 92 milhões de pessoas jogam o jogo Maple Story, que 11, 5 milhões jogavam o jogo WoW (digo jogavam porque em virtude de um diferendo com o distribuidor chinês o jogo foi suspenso nesse país e cerca de 5 milhões deixaram de ter acesso ao jogo) ou ainda que o numero de jogadores portugueses do jogo Travian anda na ordem dos 77 mil isso já fará levantar algumas cabeças. Afinal o que farão todas essas pessoas? E, se tantas pessoas optam por jogar estes jogos, o que será que eles tem para oferecer?
Escolhi estes 3 jogos como exmplo não só pelos números envolvidos mas sobretudo por eles serem tão diferentes uns dos outros mas com uma coisa em comum: nestes jogos os jogadores podem jogar contra ou em conjunto com outros jogadores. Esta é a sua mais valia, aquilo que os torna diferentes dos restantes jogos e serve de atractivo a todos estes jogadores.
A dimensão que estes jogos assumiram tornou necessário que grandes máquinas comerciais fossem criadas para os gerir e publicitar. Ora, bem cedo os agentes comerciais identificaram esta mais valia e hoje é quase impossível ver um novo MMO, e mesmo outros que não sendo tão massivos quanto isso, nao vir acompanhado de uma frase deste género: “Jogue com dezenas/centenas (escolham o que quiserem) de milhares de outros jogadores“.
Faz já quase duas semanas que comecei a jogar Aion e apesar de estar muito longe de atingir o “End Content” julgo que é tempo de fazer um balanço desta experiência. Não sobre pequenos episódios, como tenho feito até agora, ou aspectos especificos do jogo mas antes um balanço daquilo que, depois deste tempo, é aquilo a minha opinião sobre o jogo.
E a verdade é que, apesar de tudo aquilo que vejo dizer de bom sobre o jogo, apesar de eu querer gostar do jogo, a experiência tem sido pouco entusiasmente e, em alguns aspectos, um pouco decepcionante. Talvez eu esteja mal habituado, talvez aquilo que se diz, e publicita, sobre o jogo esteja um pouco exagerado mas, vamos lá por partes.
Em que ponto vou no jogo ao fim destas duas semanas? Tenho quatro personagens, em quatro servidores distintos, todos na facção Elyos. A personagem mais avançada no jogo está nivel 17. Não me encontro em nenhuma legião e tenho jogado sobretudo a solo ou, com frequência, em grupos formados no momento com outros jogadores (os tão famosos PUGs). Durante este tempo tenho feito questão de não consultar quaisquer sites que não os guias oficiais da NCSoft para o jogo para esclarecimento pontual de alguma funcionalidade do jogo.
Eles são uma praga para aqueles que acham que comprar algo dentro do jogo com recurso a dinheiro real. Eles são uma benção para aqueles que não tem tempo nem querem andar as “pastar” pelos níveis iniciais de qualquer jogo mas querem jogar os níveis finais dos mesmos.
Eles são uma realidade presente em quase todos os outros jogos do género e era inevitével que aparecessem no Aion também. As imagens em cima foram tiradas no dia 27 de Setembro. Ao terceiro dia do jogo isto já anda assim???